VPD Chart

Guia de cultivo

Crop steering

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O que é crop steering?

O crop steering (direcionamento do cultivo) é o controle do crescimento da planta com a irrigação e o clima. Cada ajuste dá um sinal à planta. Alguns sinais fazem a planta produzir mais raízes, caules e folhas: isso é crescimento vegetativo. Outros sinais fazem a planta produzir mais flores e frutos: isso é crescimento generativo.

O método vem do cultivo de tomate, pepino e pimentão em lã de rocha, em estufa. Muitos cultivadores de cannabis também o usam, com sensores que medem o teor de água e a EC do substrato.

O crop steering não é uma receita. Escolha uma direção e faça uma pequena mudança. Depois, examine as plantas e ajuste os parâmetros de novo.

Vegetativo ou generativo?

As folhas usam a luz para produzir açúcares. A planta envia os açúcares para as partes que crescem: raízes, caules, folhas novas, flores e frutos. As flores e os frutos recebem uma grande parte dos açúcares. Em uma cultura de tomate, os frutos recebem aproximadamente dois terços.

O crescimento vegetativo dá à planta as raízes, os caules e as folhas. Uma planta jovem precisa produzir essas partes primeiro, porque as folhas produzem os açúcares. O crescimento generativo dá a colheita. Na floração, a planta envia a maior parte dos açúcares para as flores e os frutos.

O crop steering mantém os dois tipos de crescimento em equilíbrio. A planta precisa ter folhas suficientes para produzir açúcares, e flores ou frutos suficientes para usá-los.

Uma planta vegetativa demais produz folhas grandes e caules longos, mas poucas flores. A colheita atrasa. Uma planta generativa demais fica pequena. Ela não consegue produzir açúcares suficientes para as flores e os frutos.

Nas folhosas, a colheita é a folha. Mantenha essas culturas vegetativas.

Como ler a planta?

A planta mostra o seu equilíbrio. Examine as mesmas plantas toda semana, no mesmo horário do dia. Anote o que você vê. Uma tendência ao longo de duas ou três semanas diz mais do que uma única medição.

Sinais vegetativos

Cannabis

  • Entrenós longos e muito estiramento
  • Folhas grandes e macias
  • Novos pistilos brancos no fim da floração

Tomate

  • Caule grosso no topo: geralmente mais de 12 mm
  • Flores abertas longe do topo: a mais de 13 cm
  • Folhas enroladas, grossas e verde-escuras
  • Hastes dos cachos longas e finas, voltadas para cima, e flores pálidas

Sinais generativos

Cannabis

  • Entrenós muito curtos
  • Folhas escuras, às vezes com as pontas queimadas
  • Crescimento lento: o dossel não preenche a tela

Tomate

  • Caule fino no topo: geralmente menos de 8 mm
  • Flores abertas perto do topo: a 5–8 cm
  • Folhas planas, abertas e verde-claras
  • Hastes dos cachos curtas e curvas, e flores amarelo-escuras que abrem rápido

Meça o caule do tomateiro 10–15 cm abaixo do topo. Os tomates do tipo caqui têm caules mais grossos que os tomates-cereja. Os sinais da cannabis vêm da prática dos cultivadores, não de ensaios.

Não direcione uma planta fraca para o generativo. Com pouca luz ou frutos demais, a planta fica fina e pode parecer generativa. Um direcionamento generativo a deixa mais fraca. Encontre a causa primeiro.

Quais ferramentas direcionam a cultura?

Você direciona com a zona radicular e com o clima. A tabela mostra a direção de cada ferramenta. Em lã de rocha e fibra de coco, a irrigação é a principal ferramenta.

A direção de cada ferramenta de crop steering
AjusteVegetativoGenerativo
Primeira irrigação do diaMais cedoMais tarde
Última irrigação do diaMais tardeMais cedo
Volume da regaMenorMaior
DrybackMenorMaior
DrenagemMaisMenos
EC do substratoMais baixaMais alta
VPDMais baixoMais alto

A temperatura não está na tabela, porque as fontes não concordam. Veja Como direcionar com o VPD e a temperatura?

A luz e o CO₂ controlam a quantidade de açúcares que a planta pode produzir. Com mais luz, a planta pode sustentar mais flores e frutos. Em um ensaio com cannabis, mais luz deu mais produção, e as flores ficaram com uma parte maior da massa da planta.

Os produtores de tomate também direcionam a planta manualmente. Mais frutos em cada cacho deixam a planta mais generativa. Mais folhas a deixam mais vegetativa.

Como direcionar com a irrigação?

Em lã de rocha e fibra de coco, você controla quando a irrigação começa e termina, o volume de cada rega e quanto o substrato seca.

VWC
Conteúdo volumétrico de água (volumetric water content): a porcentagem do volume do substrato que é água. Um ponto de VWC é 1% do volume do substrato.
Rega (shot)
Uma irrigação curta.
Drenagem
A água que sai do vaso ou da placa. Muitos cultivadores de cannabis a chamam de runoff.
Dryback
A diminuição do VWC entre duas regas, em pontos de VWC. O dryback noturno começa na última rega do dia e termina na primeira rega do dia seguinte.
EC do substrato
A condutividade elétrica da água no substrato. Ela mostra a quantidade de sais nutritivos nas raízes.

Os cultivadores dividem o dia em fases de irrigação. As fases P1, P2 e P3 vêm do cultivo em lã de rocha. Os cultivadores de cannabis acrescentaram a P0.

P0
Do acendimento das luzes até a primeira rega. A planta começa a transpirar, e o substrato continua a secar.
P1
As primeiras regas do dia. Elas elevam o VWC até o pico, ou até a primeira drenagem.
P2
Regas que mantêm o VWC perto do pico.
P3
Da última rega até o acendimento das luzes. O substrato seca durante o resto do período de luz e durante a noite.

Vegetativo

P0P1P2P3DrybackLuz acesaLuz apagadaLuz acesa

Início cedo, fim tarde: um dryback pequeno.

Generativo

P0P1P2P3DrybackLuz acesaLuz apagadaLuz acesa

Início tarde, fim cedo: um dryback grande.

O VWC durante um dia com 12 horas de luz. A noite está desenhada em meia escala.

Para direcionar para o vegetativo, comece a irrigação cedo e termine tarde. P0 e P3 são curtas, e o dryback é pequeno. Para direcionar para o generativo, comece a irrigação tarde e termine cedo. P0 e P3 são longas, e o dryback é grande.

Pontos de partida para cannabis em lã de rocha ou fibra de coco
AjusteVegetativoGenerativo
Primeira rega após acender as luzes0–1 h2–4 h
Última rega antes de apagar as luzes0–2 h3–4 h
Volume da rega, % do volume do substrato1–3%4–6%
Dryback noturno, pontos de VWC5–1015–30

Valores de fornecedores para cannabis em lã de rocha ou fibra de coco: Grodan para os horários e o volume da rega, AROYA para o dryback. São pontos de partida, não resultados de ensaios.

Alguns fornecedores indicam o dryback como porcentagem do VWC de pico. A Athena indica 30–40% para um direcionamento vegetativo e 40–50% para um direcionamento generativo. Um dryback de 40% a partir de um pico de 60% de VWC equivale a 24 pontos de VWC.

As regas que geram drenagem lavam os sais do substrato. A EC do substrato então diminui até perto da EC da solução nutritiva. As regas que não geram drenagem deixam os sais no substrato, e a EC do substrato aumenta. Os cultivadores chamam isso de EC stacking (acúmulo de EC). É uma ferramenta generativa.

Quando o substrato seca, os sais ficam nele. Por isso, a EC do substrato é mais alta no fim do dryback e diminui durante a P1. Compare a EC do substrato no mesmo horário todos os dias.

Os blocos não são todos iguais. Coloque sensores em mais de um bloco. Depois, use a média dos sensores.

A Athena indica uma EC do substrato de 3–5 mS/cm no vegetativo e de 4–10 mS/cm no estiramento. Não use uma EC muito alta para deixar as plantas mais baixas. Em um ensaio, uma solução nutritiva com EC de 8 mS/cm em vez de 4 deixou as plantas de cannabis 15% mais baixas. Mas a produção de flores diminuiu em até 20% (Allred et al. 2025).

Não deixe os blocos de lã de rocha secarem abaixo de 25–30% de VWC. O crescimento das raízes diminui, e as áreas secas são difíceis de molhar de novo.

Sem um sensor de substrato, use uma balança:

  1. Irrigue um vaso típico até a drenagem começar. Espere até a drenagem parar.
  2. Pese o vaso. Este é o peso no VWC de pico.
  3. Pese o vaso de novo antes da primeira rega do dia seguinte.
  4. Divida a perda de peso em gramas pelo volume do substrato em mL. Multiplique o resultado por 100.

O resultado é o dryback em pontos de VWC. Por exemplo, um vaso com 4 L de substrato que fica 600 g mais leve tem um dryback de 15 pontos.

Para medir a drenagem, coloque duas ou três plantas típicas em bandejas. Meça o volume e a EC da drenagem ao meio-dia. A primeira drenagem depois da noite tem uma EC mais alta.

Em solo vivo, você tem menos controle. O solo retém os nutrientes e os libera devagar. Por isso, a EC da drenagem não mostra a EC nas raízes. Direcione com os horários de irrigação, o dryback e o clima. O acúmulo de EC é uma ferramenta para lã de rocha e fibra de coco.

Como direcionar com o VPD e a temperatura?

O VPD controla a transpiração. Com um VPD baixo, as células ficam cheias de água, e as folhas se expandem. A planta produz folhas grandes e macias e caules longos. Com um VPD alto, a transpiração aumenta, e a planta fica mais compacta.

Use a zona do gráfico para a fase de crescimento. Para direcionar para o vegetativo, mantenha o VPD na metade inferior da zona. Para direcionar para o generativo, mantenha-o na metade superior. Fique dentro da zona.

Para encontrar a UR e a temperatura para um VPD, defina um alvo no gráfico. No computador, clique com o botão direito em uma célula e selecione “Definir alvo”. No celular, mantenha a célula pressionada. Depois, selecione “Mostre como”.

Defina um alvo no gráfico de VPD

Um VPD mais alto também dá um dryback maior, porque a planta usa mais água. Assim, um VPD mais alto e uma primeira rega mais tarde dão à planta o mesmo sinal duas vezes. Quando você mudar o VPD, meça o dryback de novo. Depois, ajuste a irrigação.

As zonas do gráfico usam o VPD da folha. Muitos guias de crop steering indicam o VPD do ar, com a folha na temperatura do ar. Uma folha 2 °C (3.6 °F) mais fria que o ar tem um VPD aproximadamente 0.3–0.4 kPa mais baixo.

Não use um VPD muito alto para direcionar para o generativo. Quando o VPD está alto demais, os estômatos se fecham, e a planta produz menos açúcar.

Quando as luzes se apagam, o ar esfria, e a UR aumenta. Por exemplo, quando o ar esfria de 24 °C (75 °F) para 18 °C (64 °F) com a mesma quantidade de vapor de água, a UR aumenta de 53% para 77%. Garanta que as folhas e as flores fiquem mais quentes que o ponto de orvalho.

No fim da floração, mantenha a UR baixa. Faça o ar circular pelo dossel. A Botrytis (mofo-cinzento) pode destruir as flores rapidamente quando a UR está acima de 70% a 17–24 °C (63–75 °F) (Mahmoud et al. 2023). O interior de uma flor densa é mais úmido que o ambiente. Em um ensaio, mais circulação de ar em volta das flores diminuiu o mofo-cinzento em 66–92% (Buirs et al. 2025).

Temperatura. No tomate, uma temperatura média de 24 horas mais alta faz os cachos se desenvolverem mais rápido. Com isso, mais frutos usam mais açúcares, e a planta fica mais generativa. Se a temperatura for alta demais para a quantidade de luz, a planta fica longa e fina.

Muitos guias de cannabis usam a regra oposta: um ambiente mais quente para um direcionamento vegetativo e um ambiente mais frio para um direcionamento generativo. Não encontramos nenhum ensaio que compare as duas regras.

O DIF é a temperatura do dia menos a temperatura da noite. Nas pesquisas, um DIF positivo maior deixa os entrenós mais longos. Um DIF zero mantém as plantas mais compactas. Uma queda de temperatura de 3–8 °C (5–15 °F) por 2–3 horas, a partir de 30 minutos antes de acender as luzes, tem um efeito parecido.

Muitos guias de crop steering chamam um DIF grande de generativo. No cultivo de hortaliças, isso significa floração e amadurecimento mais rápidos, não plantas mais baixas. No único ensaio com cannabis que encontramos, o cânhamo com dia frio e noite quente produziu muito menos massa de flores. Temperaturas iguais de dia e de noite deram a maior massa de flores (Bok et al. 2023).

Teste uma mudança de DIF primeiro em poucas plantas. Uma noite mais fria também aumenta a UR.

Quando direcionar para cada lado?

A direção muda com a fase de crescimento. Na cannabis, a semana 1 de floração começa quando você muda o fotoperíodo para 12 horas. Os pontos no gráfico usam a cultura “Cannabis”, com a folha 2 °C (3.6 °F) mais fria que o ar.

  1. Propagação e início do vegetativo

    Vegetativo

    Raízes e folhas vêm primeiro. Depois do transplante, não irrigue de novo até o bloco ficar 20–30% mais leve do que quando estava totalmente molhado (Grodan). Isso ajuda as raízes a crescerem para dentro do bloco. Mantenha o VPD na zona “Início do vegetativo / Propagação”.

    No gráfico: 0.60 kPa · 26 °C (79 °F) · 71% UR

  2. Fim do vegetativo

    Vegetativo

    Forme um dossel completo. Mantenha o VPD na metade inferior da zona “Fim do vegetativo / Início da floração”.

    No gráfico: 0.90 kPa · 26 °C (79 °F) · 62% UR

  3. As primeiras 3–4 semanas de floração: o estiramento (stretch)

    Generativo

    As plantas se estiram e formam os seus pontos de floração. Um direcionamento generativo limita o estiramento: primeira rega mais tarde, última rega mais cedo e um dryback maior. Mantenha o VPD na metade superior da zona “Fim do vegetativo / Início da floração”.

    No gráfico: 1.10 kPa · 26 °C (79 °F) · 56% UR

  4. Meio da floração: a engorda

    Vegetativo

    Quando o estiramento termina, as flores ganham massa. Um direcionamento vegetativo dá água a elas: mais regas de P2, um dryback menor e mais drenagem. Mantenha o VPD na metade inferior da zona “Meio / Fim da floração”.

    No gráfico: 1.30 kPa · 26 °C (79 °F) · 50% UR

  5. As últimas 1–2 semanas: maturação

    Generativo

    As fontes não concordam. Muitos cultivadores usam um dryback maior e um VPD na metade superior da zona “Meio / Fim da floração”. Uma UR mais baixa também diminui o risco de mofo-cinzento. Se você diminuir a EC, diminua aos poucos. Em um ensaio, um flush mais longo (EC baixa antes da colheita) diminuiu a massa de flores e a produção de CBD (Alden & Faust 2025).

    No gráfico: 1.45 kPa · 25 °C (77 °F) · 43% UR

Para tomate, pepino e pimentão, mantenha o equilíbrio durante todo o ciclo:

  • Toda semana, meça o caule no topo e a distância do topo até as flores abertas. Direcione a planta para manter esses valores na faixa normal da variedade.
  • Com muitos frutos na planta, direcione mais para o vegetativo. Isso mantém o topo da planta forte.
  • A Grodan direciona a zona radicular mais para o vegetativo em dias de muita luz e mais para o generativo em dias de pouca luz.

Folhosas: a folha é a colheita. Mantenha a cultura vegetativa durante todo o ciclo.

Como direcionar com segurança?

O crop steering usa estresse leve. Estresse demais diminui a produção. Siga estas regras:

  1. Mude uma ferramenta de cada vez.
  2. Faça mudanças pequenas. Fique na zona do gráfico para a fase de crescimento.
  3. Espere alguns dias. Depois, examine as plantas antes da próxima mudança.
  4. Anote os ajustes e os sinais das plantas.
  5. Teste uma nova estratégia primeiro em poucas plantas.
  • Não deixe os blocos de lã de rocha secarem abaixo de 25–30% de VWC. O crescimento das raízes diminui.
  • Cuidado com um dryback grande e uma EC alta ao mesmo tempo. Os dois efeitos se somam, e fica mais difícil para as raízes absorverem água.
  • Quando acumular EC, não deixe passar mais de 3 dias sem drenagem. A drenagem remove os sais que se acumulam no substrato.
  • Se a sua água tem muito sódio, não acumule EC. O acúmulo de EC também acumula o sódio. Mais de 5 mmol/L de cloreto de sódio pode diminuir a produção e a potência da cannabis (Yep et al. 2020).
  • Quando as luzes se apagarem, garanta que as folhas e as flores fiquem mais quentes que o ponto de orvalho. Água sobre as plantas abre caminho para doenças.

O que mostram as pesquisas?

A maioria dos números de crop steering vem de fornecedores e cultivadores, não de ensaios. Os ensaios mostram o seguinte:

  • O estresse pode deixar a planta mais baixa, mas custa produção. Na cannabis, uma solução nutritiva com EC de 8 mS/cm em vez de 4 deixou as plantas 15% mais baixas. A produção de flores diminuiu em até 20%, e o teor de canabinoides não mudou (Allred et al. 2025).
  • Uma EC mais alta não deu mais produção nem mais qualidade. Na cannabis, uma solução nutritiva com EC de 4 mS/cm em vez de 2 não deu nenhum aumento significativo (Hershkowitz et al. 2025).
  • Um flush mais longo antes da colheita diminuiu a massa de flores e a produção de CBD (Alden & Faust 2025).
  • No tomate, cada 1 mS/cm de EC acima de 2 mS/cm diminuiu a produção comercial em 5.1%. O número de frutos não mudou, mas os frutos ficaram menores (Li et al. 2001).
  • Uma seca moderada economizou água sem perda de produção. Uma seca severa diminuiu a produção e não trouxe nenhuma vantagem (Morgan et al. 2024, Crispim Massuela et al. 2026).
  • Um ensaio encontrou mais canabinoides após uma seca controlada na semana 7 de floração (Caplan et al. 2019). Ensaios posteriores não encontraram esse aumento (Morgan et al. 2024, Pena et al. 2025, Crispim Massuela et al. 2026).
  • Na cannabis, a produção aumentou de forma linear com a luz, até 1800 µmol/m²/s. A potência não mudou (Rodriguez-Morrison et al. 2021).
  • Entre 0.2 e 1.0 kPa, a umidade tem pouco efeito na maioria das culturas hortícolas (Grange & Hand 1987). Na cannabis com 78–98% de UR, a floração começou 3 semanas mais tarde, e a massa de flores diminuiu 71% (Corredor-Perilla et al. 2025).
  • Um DIF positivo maior deixa os entrenós mais longos (Erwin & Heins 1995, Myster & Moe 1995).
  • As flores e os frutos controlam a maior parte da distribuição dos açúcares. A luz tem um efeito indireto: ela muda o número de flores e frutos (Marcelis 1996).

Use o crop steering para controlar a forma e o ritmo da cultura. Não espere que o estresse aumente a produção.

Referências

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